Li apenas uma obra de Paul Thomas Mann: Tonio Kröger. Tenho um especial carinho por Tonio Kröger porque fui, em certa época da minha vida, como ele. Só lendo o livro para saber da psiquê deste que, a meu ver, é um dos importantes personagens da literatura moderna. Explicar aqui ia ser prolixo, longo e, em último caso, completamente inútil. Existe uma frase deste livro que é uma das verdades da vida:
"Wer am meisten liebt, ist der Unterlegene und muß leiden."
Impossível não se apaixonar pelo alemão vivendo numa região e numa cidade influenciadas pela cultura germânica (se bem que sempre gostei do idioma; deste e de outros, aliás... é um dos meus hobbies estudá-los informalmente). É forte, de palavras bonitas e sonoras. Tudo que é escrito em alemão (claro, obras literárias, bem entendido) parece ter uma magia especial, um significado profundo. É imensamente diferente dos idiomas lat(r)inos, pra mim verdadeiras bombas! Não é à toa que Schiller, Goethe e o próprio Mann são apenas vibrantes em seu idioma de origem... ando folheando Tonio Kröger em alemão, e quanta diferença!
Enquanto isso, nosso idioma lat(r)ino fica ainda mais simples, com acentos de menos e baboseiras a mais, para torná-lo um verdadeiro idioma de retardados, para os miguxos escreverem mais fácil suas barbaridades na Intermerd!
Eu até ia escrever mais sobre essa reforma ortográfica reba, mas é tosqueira perder tempo com isso! Reforma ortográfica imbecil (atenção, manés cri-cris de plantão!) SUX!
2 comentários:
Eu já tirei o meu da reta. Se a reforma vai ser obrigatória só no começo de 2011, vou escrever "errado" até lá.
Essa merece um "forward" de um e-mail que recebí essa semana:
"Hoje, refletindo sobre o efeito do nada sobre porra nenhuma, me dei conta de que o Brasil é o único país do mundo governado por um analfabeto, que assinou uma reforma ortográfica, e também alcoólatra, que instituiu uma lei seca.
E ainda teve a petulância de pedir a Deus para dar INTELIGÊNCIA ao Barack Obama, que é formado em Harvard."
Quer saber?
Vou fazer questão de continuar escrevendo como fui alfabetizado desde criança.
Esse papo de "reforma ortográfica" eu ouço desde criança mesmo!
Postar um comentário