O primeiro contato que travei com o escondidinho foi no Gibaa's Chop, naqueles tempos idos um recém-inaugurado bar do pai de um amigo antigo que - diga-se de passagem - sumiu como chapéu velho por essa vida, o Gustavo "Nanananana de Butila" Almeida (quem conhece sabe o porquê do "Nanananana de Butila"! Eheh!). Por curiosidade, dei uma fuçada por aí e descobri que o bar (hoje chamado Cassão - ou Cação - Choperia, devido ao apelido do pai do Gustavo, o grande seu Edson - excelente pessoa, por sinal) continua lá, firme e forte, tocado pelo Giulio, irmão do Gustavo. Fiquei feliz de ver que o negócio vai bem e já tem clientela cativa pelo excelente serviço! Aproveito aqui pra deixar um grande abraço para essa família espetacular: o seu Edson, a dona Vera, o Giulio, o Gabriel e o Gustavo, que eu prezo muito apesar do sumiço!
Mas, voltando ao caso, o fato é que provei o escondidinho, na época (talvez metade da década de 90) uma novidade e me apaixonei. Muito bom, muito bom mesmo! Após isso, nunca mais tive a oportunidade de saborear delicioso prato.
Eis que, coisa de um mês mais ou menos, comecei a ver uns outdoors de propaganda de um rodízio de escondidinho num boteco-chic(*) cujo nome vou omitir aqui. Era toda terça feira a partir das 19:00h. Terça-feira eu trabalho até às 22:00h e, um dia, combinei com a esposa de irmos lá. Chegamos por volta das 22:15h com o local bombando (um pouco estranho bombar em plena terça-feira com uma tremenda quarta-feira logo em seguida, mas tudo bem!). Sentamos à mesa e eu, já com água na boca, perguntei ao sangue bão pelo rodízio de escondidinho...
Qual não foi a minha surpresa, logo transformada em perplexidade, quando o sangue bão me disse que o rodízio já havia acabado porque, como a casa estava bombando, todas as travessas de escondidinho estavam esbeiçadas e feias pra servir (!!!!!) e, daí, resolveram encerrá-lo.
Resultados disso?
a) Não volto mais no tal boteco (claro que saímos de lá sem consumir nada... a vontade era do rodízioooooo!) e
b) Passei a recomendar a todos não irem em tal lugar.
Vão ser amadores assim nas PQOP!
(*) Agora virou modinha a onda do "boteco-chic". Aquele botecão que tem tudo pra ser pé-sujo, mas é freqüentado pela turminha descolada! Vou morrer e não vou ver tudo em termos de comportamento humano!
Um comentário:
"Boteco chic" é praga, Carlão!
Aqui você sabe... a cidade "vive" disso... lamentavelmente.
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