Articulistas de música deviam ser melhor escolhidos pelos donos dos grandes veículos de mídia. Do contrário, não leríamos tantas besteiras, equívocos e preconceitos como os bostejados neste "artigo" escroto sobre o Queen.
A única coisa que o cara acertou foi sobre o álbum Hot Space, realmente, uma bobagem sem igual. Agora, "glitter rock"? "Palmeiras & Corinthians"? Radio GaGa, I Want to Break Free e A Kind of Magic chamados de "hits radiofônicos suspeitos/infantilóides"? "O ridículo, às vezes, pode valer à pena"? Ah, cara... se mata, vai! Vai fazer artigos sobre cinema chupinhando "informações" do ImDB (a Wikipedia do cinema) ou, melhor, vai vender quinquilharia paraguaia na 25 de março, se faz o favor.
Lamentável, Folha. Lamentável!
P.S.: é uma pena mesmo terem escolhido um pústula deplorável como o tal de Cohen pra fazer o Freddie Mercury no filme sobre o dito cujo. Até o Freddie Mercury Prateado do Pânico seria preferível. Mas, sabe como é, né? Semelhante ajuda semelhante...
Um comentário:
O que me deixa mais irritado é que esses artigos de m* desses grandes veículos de comunicação de massa só deixam você deixar comentários se você se cadastrar com eles.
Eu? Me sujeitar a isso?
A Folha que se f*!!!
Ainda assim, os comentários deixados lá têm mais valor que o artigo, se é que se pode chamar de artigo.
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