Tanto quanto as Exatas, a Literatura sempre esteve entre minhas paixões. Li (e ainda leio) muito e desse mundo de leituras nasceu uma necessidade de tentar algumas experiências nesse sentido.
Infelizmente, nunca tive tempo pra sentar na frente duma máquina de escrever (ou um computador) e botar idéias no papel. Eu até as tenho, principalmente quando estou fazendo minhas caminhadas; mas na hora de reunir o fio dos pensamentos e organizá-los na forma de palavras... putz... não dá certo!
Penso que escrever é um dom com o qual se nasce. Pegue Zola: TUDO que ele escreveu é maravilhoso e emociona. Eu leio, leio, leio os livros desse cara e penso "caramba, que perspicácia, que detalhamento da vida francesa, como é tudo bem encadeado". Como ele teria ainda produzido mais se não tivesse morrido tão bestamente! O mesmo vale em maior ou menor grau para Tolstói, Dostoiévski, Eça de Queirós... outro dia estava lendo "Thinner" do Stephen King e me supreendi como ele não chega nem perto desses pilares da literatura universal, ainda que seja competente no que faz!
Mas eu me limito a esquecer todas as boas idéias que eu tenho. Do que me lembro aqui, compartilho com vocês, dois títulos de livros: "Nós não temos querer" e "Mistérios mesquinhos". Baaaah, só esses títulos já arrepiam. Querem saber o resumo de cada um? Pois é... eu também queria! Principalmente do primeiro, que me remete a Ignácio de Loyola Brandão e seu "Não verás país nenhum", obra que assusta porque quase tudo que estava lá previsto há quase quarenta anos está ocorrendo hoje, exatamente neste momento (na verdade, desde 2019).
Nenhum comentário:
Postar um comentário